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Archive for the ‘retificação da coluna lombar’ Category

A degeneração discal é um achado muito comum na população em geral, pode estar relacionada com um quadro de dor local e/ou irradiada para a perna ou braço. Também podem ocorrer formigamentos e em casos mais graves alterações motoras, como perda de força. Vale lembrar que hérnia de disco não é sinônimo de dor, grande parte da população em geral tem achados radiológicos de hérnia de disco sem nunca terem apresentado nenhum sintoma.

O disco intervertebral é a estrutura que fica localizada entre as vértebras, tem como função amortecer e distribuir parte da carga aplicada sobre a coluna.

O disco é constituído pelo anel fibroso, estrutura de fibrocartilagem em forma de anel, que tem a função de conter o deslocamento do núcleo pulposo (parte central do disco de constituição gelatinosa). O processo de degeneração discal acontece quando a estrutura do anel fibroso perde a sua integridade e o núcleo tende a ser forçado para fora do disco.

A hérnia pode ser classificada como protusão: Quando não houve ruptura completa do anel fibroso; Extrusão: quando há ruptura completa; e sequestro: Quando são encontrados fragmentos do disco.

tratamento para hérnia de disco.

Hérnia de disco pode ocorrer em qualquer região da coluna vertebral, sendo mais raro na região torácica e mais frequente na coluna lombar, principalmente no nível de L5-S1.

Causas: O fator genético tem grande influência, associado a fatores ambientais como trabalhar por longo período sentado, levantar peso de forma repetida, tabagismo e etc.

Sintomas: Quando o ânulo externo está intacto, os sintomas costumam ser locais, não irradia. A dor irradiada, como por exemplo a dor ciática, ocorre quando há compressão de raiz nervosa.

Estudos indicam que aproximadamente 90% das crises agudas de hérnia de disco melhoram em torno de 6 semanas.

Tratamento: O tratamento conservador deve ser a opção de tratamento durante dois meses, a cirurgia só é considerada quando há déficit motor progressivo ou dor insuportável.

A estabilização segmentar vertebral, Osteopatia, Acupuntura e Pilates, tem excelentes resultados tanto na fase aguda, quanto para evitar que o quadro se torne crônico e recorrente.

Vídeo educativo sobre hérnia de disco (em inglês).

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Até 85% da população mundial apresentará pelo menos uma crise de dor lombar durante a vida, em média, 90% destes pacientes terão recuperação total dos sintomas em torno de 6 semanas. Porém, 70% desses pacientes sofrerão nova crise após um ano. Diante disso, o nosso tratamento deve ser voltado para diminuição das recorrências e não para o tratamento desta crise inicial.

Estabilização Segmentar Vertebral (ESV) é um método inovador idealizado por Fisioterapeutas da Universidade de Queensland (Austrália), até a presente data é a técnica com os melhores resultados no tratamento da dor lombar e com a maior credibilidade internacional, principalmente no meio científico. Este conceito divide o nosso sistema muscular em dois grupos, o 1° grupo é classificado como músculos locais por terem inserção direta na coluna, e terem a função de estabilidade. O 2° é classificado como músculos globais e tem a função de locomover o nosso corpo.

Esses dois grupos devem funcionar em harmonia, porém as pesquisas comprovaram que em pacientes com dor, os músculos locais contraem de forma atrasada mantendo a nossa coluna instável e em permanente risco, e mesmo quando a dor melhora o corpo não tem a capacidade de recuperar essa estabilidade de forma espontânea. A única técnica fisioterapêutica com comprovação cientifica, que recupera essa harmonia e evita as recorrências de dor lombar a longo prazo, é a estabilização segmentar vertebral.

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Lombalgia não é uma doença específica, e sim um sintoma que pode ocorrer a partir de uma variedade de processos. Em até 85% das pessoas com dor lombar a causa é desconhecida. As causas mais comuns de lombalgia envolvem músculos, articulações e/ou nervos da coluna vertebral. Dores referidas de órgãos abdominais, pélvicos e do tórax também podem ser uma fonte de dor. Hábitos posturais (como ficar sentado ou em pé por muitas horas) ou uma atividade extenuante podem ser fatores agravantes. Também é bastante reconhecido que a dor pode ser muito influenciada por fatores psicológicos e outros fatores não orgânicos.

Quando ocorre compressão de raiz nervosa, os sintomas de dor e “formigamento” podem irradiar-se para a perna, como no caso da dor ciática.

lombalgia

Em 90% dos casos a dor costuma ter remissão completa em torno de 2 meses, independente do tratamento utilizado. Porém, o retorno da dor em até 2 anos é frequente, fazendo com que a prioridade do tratamento seja evitar que a dor volte e não apenas melhorar a dor naquele momento.

A técnica com mais resultados para tratamento da lombalgia a longo prazo, é a estabilização segmentar vertebral (ESV), este conceito tem mostrado resultados excelentes, diminuindo o percentual de recidivas de 80% para 35%. A base da ESV é o foco na recuperação do controle motor, principalmente nos músculos transverso do abdômen e multífido lombar. Estes dois músculos tem funções específicas de dar estabilidade a coluna, porém essa função é perdida na presença de dor, apenas se recuperando se forem retreinadas pelo Fisioterapeuta.

estabilização segmentar vertebral

Todo paciente que tem ou já teve lombalgia deve ser submetido a (ESV), o tratamento consta de exercícios específicos realizados no consultório e em casa e dura de 8-12 semanas.

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A posição sentada é um fator agravante nos pacientes com dor lombar, porém a melhor postura ao sentar ainda é assunto de muita discussão. Um estudo divulgado na Manual therapy journal, investigou a percepção de 295 Fisioterapeutas de 4 países europeus sobre qual seria a melhor postura sentada em uma amostra de 9 opções.

A postura 9 (54,9%) e a 5 (30,5%), foram as mais aceitas. A postura 9 envolve uma coluna relativamente neutra, com  a manutenção da lordose lombar e relaxamento da coluna torácica, enquanto a postura 5 envolve extensão em ambas as regiões, lombar e torácica, e um certo grau de inclinação do tronco para frente.

Apesar do consenso em relação a melhor postura sentada, com 85% escolhendo entre duas posturas, elas são consideravelmente diferentes. Isto mostra um desacordo entre qual seria a melhor posição sentada. Os autores do artigo concordam com que a postura 9 tem várias vantagens, porém isso não quer dizer que essa postura deve ser automáticamente adotada como a melhor postura, alguns aspectos foram adversos, com relação a região do pescoço, torácica e ombro.

De todas as posições escolhidas, 91,8% tinham um padrão de lordose lombar, isso sugere que há uma forte tendência entre os fisioterapeutas em selecionar essa postura.

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Os números dão o tamanho do sofrimento: cerca de 5,4 milhões de brasileiros sofrem de hérnia de disco, um problema caracterizado pelo desgaste da estrutura que existe entre as vértebras. É responsável por grande dor, e, em vários casos exige o afastamento dos pacientes de suas atividades. Em geral, é muito comum que eles sejam logo encaminhados para uma cirurgia corretiva, o que implica em riscos inerentes a qualquer operação.

Um estudo divulgado esse ano, porém, mostrou que esta deveria ser a última estratégia a ser pensada. Publicada na revista da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos, o trabalho afirma que cerca de 90 % dos indivíduos portadores de hérnia de disco podem se recuperar com tratamentos conservadores.

O resultado vem ao encontro do que têm defendido médicos especializados no assunto, que dizem que a cirurgia só deve ser uma opção quando não há resposta terapêutica a um tratamento de no mínimo oito semanas envolvendo Fisioterapia (estabilização segmentar vertebral), Acupuntura, Osteopatia e medicamentos.

Vídeo educacional sobre lombalgia (em Inglês).

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Dor e disfunção de movimento estão inextricavelmente associados, tornando muito difícil determinar quem veio primeiro.

Como principal exemplo, podemos citar a lombalgia. Condição de dor na parte inferior das costas, onde na maioria dos casos se torna crônica. O quadro começa com uma primeira crise, que pode durar de uma semana até um mês e melhora com medicamentos e fisioterapia.

Porém, a dor causa uma inibição na musculatura responsável pelo controle e estabilidade da coluna vertebral, alterando a qualidade do movimento. Mesmo a dor não estando mais presente, a inibição muscular continua e não melhora de forma espontânea. Esta instabilidade coloca a coluna em permanente risco tornando a condição crônica (a lombalgia costumam ter um ciclo de uma crise ao ano).

Essas disfunções do movimento são corrigidas com estabilização segmentar vertebral, estabilização dinâmica, RPG e Pilates, onde reeducamos o paciente a se movimentar da maneira correta.

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De acordo com um estudo realizado por Bernard e Kirkaldy-Willis (1987), mais de vinte e dois por cento dos indivíduos que se apresentaram com queixas lombares, tinham na verdade problemas em sua articulação sacroilíaca (ASI).

As dores provenientes da articulação sacroilíaca são muito semelhantes as dores lombares e ciáticas

Estudos realizados por Ha, et al., Mostram que a incidência de  degeneração na articulação sacroilíaca  é de 75% nos 5 anos após a cirurgia lombar, com base em diagnóstico por  imagem.

Estudos de DePalma e Liliang, et al., demonstram que 40 -61% dos pacientes pós-fusão lombar eram sintomáticos para disfunção da articulação SI com base em diagnóstico por bloqueio.

No entanto, apesar das evidências do elevado numero de pacientes com dor sacroilíaca (ASI), a atenção é ainda muito voltada para o disco intervertebral. Portanto, todo paciente com dor lombar tem que ser investigado para determinar a possível influencia da (ASI).

A Osteopatia e a fisioterapia consideram lesões mecânicas de disfunção de movimento na (ASI), onde para cada disfunção temos uma técnica específica para promover a correção.

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